quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Carnaval 2018! Fantasia da Escola Mancha Verde

 Fantasia com predomínio vermelho e dourado. Na cabeça, o adereço bem elaborado com bordados e pedrarias, na parte central frontal um enorme coração cerceado por pluminhas e acima um tufo de penas; no alto, uma coroa dourada com aspecto de elmo usado pelos soldados romanos, finalizada em pontas. Do centro da coroa, penas estilizadas vermelhas despontam ao alto.O costeiro tem plumagem vermelha em forma de asas de borboleta. Ombreiras avantajadas e altas compostas por aplicação de 3 corações almofadados e complementados por tiras de contas douradas com extremidades vermelhas em cascatas simétricas em ambos os lados. No pescoço, uma gargantilha larga finalizada em bico, toda bordada, contas vermelhas e douradas pendem da renda dourada que debrua a gargantilha. Um top vermelho tomara que caia tem aplicações em rendas douradas, no centro, um coração aplicado; na extensão do acabamento pende uma cortina de contas no mesmo padrão das ombreiras. A barriga é coberta com transparência, por organza vermelha com salpicos brilhantes. O adereço preso a cintura é composto em duas partes: a superior é armada e elevada nas laterais do quadril, toda bordada com pedraria vermelha centralizadas nas aplicações em rendas douradas; a parte inferior, envolve com leve caimento a parte superior das coxas, e ao longo de ambas as partes do adereço fios de contas pendem sobre as coxas; o adereço é complementado na parte frontal por um broche em forma de coração.de onde pende uma cortina de contas. Os antebraços são envolvidos por um adereço vermelho com bordados dourados e corações aplicados. A sandália é vermelha de salto alto, com proteção estilo gladiador com três corações aplicados: do peito do pé até quase a altura dos joelhos. A morena clara sorridente que veste a fantasia, está bem maquiada, olha para câmera levemente em perfil à esquerda, mãos na cintura, unhas das mãos pintadas de clara e as do pé em vermelho vibrante.
Gamação Danada foi a primeira música de sucesso do Fundo de Quintal nas rádios. Como tantas outras músicas do grupo, retrata o amor, a paixão.
Descrição: Fantasia com predomínio vermelho e dourado. Na cabeça, o adereço bem elaborado com bordados e pedrarias, na parte central frontal um enorme coração cerceado por pluminhas e acima um tufo de penas; no alto, uma coroa dourada com aspecto de elmo usado pelos soldados romanos, finalizada em pontas. Do centro da coroa, penas estilizadas vermelhas despontam ao alto.O costeiro tem plumagem vermelha em forma de asas de borboleta. Ombreiras avantajadas e altas compostas por aplicação de 3 corações almofadados e complementados por tiras de contas douradas com extremidades vermelhas em cascatas simétricas em ambos os lados. No pescoço, uma gargantilha larga finalizada em bico, toda bordada, contas vermelhas e douradas pendem da renda dourada que debrua a gargantilha. Um top vermelho tomara que caia tem aplicações em rendas douradas, no centro, um coração aplicado; na extensão do acabamento pende uma cortina de contas no mesmo padrão das ombreiras. A barriga é coberta com transparência, por organza vermelha com salpicos brilhantes. O adereço preso a cintura é composto em duas partes: a superior é armada e elevada nas laterais do quadril, toda bordada com pedraria vermelha centralizadas nas aplicações em rendas douradas; a parte inferior, envolve com leve caimento a parte superior das coxas, e ao longo de ambas as partes do adereço fios de contas pendem sobre as coxas; o adereço é complementado na parte frontal por um broche em forma de coração.de onde pende uma cortina de contas. Os antebraços são envolvidos por um adereço vermelho com bordados dourados e corações aplicados. A sandália é vermelha de salto alto, com proteção estilo gladiador com três corações aplicados: do peito do pé até quase a altura dos joelhos. A morena clara sorridente que veste a fantasia, está bem maquiada, olha para câmera levemente em perfil à esquerda, mãos na cintura, unhas das mãos pintadas de clara e as do pé em vermelho vibrante.

domingo, 4 de fevereiro de 2018

Dalai Lama

Foto em preto-e-branco. Foco no rosto ​do ​monge​ Dalai Lama​ com a cabeça inclinada à esquerd​a. O cabelo raspado salienta a forma arredondada da cabeça e o rosto ovalado. O monge observa à direita​, o sorriso discreto acentua as rugas da testa e​ o canto externo dos olhos orientais sob óculos de grau com armação quadrangular. AS maças do rosto salientam-se e as linhas de expressão acompanham o contorno do rosto​, o nariz é largo e os lábios ​finos estão fechados. No canto inferior esquerdo lê-se: Dalai Lama: Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito. Um se chama ontem e o outro se chama amanhã, portanto hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver.
Foto em preto-e-branco. Foco no rosto ​do ​monge​ Dalai Lama​ com a cabeça inclinada à esquerd​a. O cabelo raspado salienta a forma arredondada da cabeça e o rosto ovalado. O monge observa à direita​, o sorriso discreto acentua as rugas da testa e​ o canto externo dos olhos orientais sob óculos de grau com armação quadrangular. AS maças do rosto salientam-se e as linhas de expressão acompanham o contorno do rosto​, o nariz é largo e os lábios ​finos estão fechados. No canto inferior esquerdo lê-se: Dalai Lama: Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito. Um se chama ontem e o outro se chama amanhã, portanto hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver.

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Super Lua

Foto da “superlua azul de sangue com eclipse” vista de Longyearbyen, na Svalbard(Noruega).  A mais "completa" Superlua das últimas décadas aconteceu na manhã desta quarta-feira 31 de janeiro de 2018. Os moradores da parte oeste dos Estados Unidos e de regiões da Ásia e da Oceania acompanharam a Lua em sua versão mais brilhante – no ponto mais perto da órbita ao redor da Terra – e ainda com um eclipse total. Como era a segunda lua cheia no mesmo mês, ela recebeu o apelido de Lua Azul. Mas, na verdade, com o eclipse ela adquiriu uma cor avermelhada, a chamada Lua de sangue, uma consequência da sombra feita pela Terra. A Lua ficou completamente encoberta pela sombra da Terra no auge do eclipse. A super Lua azul de sangue com eclipse total é a combinação de quatro fenômenos: o primeiro: o eclipse em si; o segundo: quando a lua se aproxima da Terra e fica maior e mais brilhante; o terceiro: quando temos duas luas cheias no mesmo mês; o quarto: a Lua de sangue quando a sombra da Terra deixa uma tonalidade avermelhada na lua.  Descrição: Foto. ​A imagem divide-se horizontalmente. Acima, o céu totalmente arroxeado, abaixo, a montanha rosada e nevada. À​ ​direita,​ a montanha eleva-se em um pico e logo acima​,​​ ​a Lua, uma grandiosa esfera.​ Uma mancha roxa envolve a superfície superio​r ​da lua​​, esfumaça e encobre quase toda a lua em dégradée vermelho alaranjado​, ​esmaece e ​descortina o​ amarelo vibrante ​​na superfície inferior.
Foto da “superlua azul de sangue com eclipse” vista de Longyearbyen, na Svalbard(Noruega).
A mais "completa" Superlua das últimas décadas aconteceu na manhã desta quarta-feira 31 de janeiro de 2018. Os moradores da parte oeste dos Estados Unidos e de regiões da Ásia e da Oceania acompanharam a Lua em sua versão mais brilhante – no ponto mais perto da órbita ao redor da Terra – e ainda com um eclipse total. Como era a segunda lua cheia no mesmo mês, ela recebeu o apelido de Lua Azul. Mas, na verdade, com o eclipse ela adquiriu uma cor avermelhada, a chamada Lua de sangue, uma consequência da sombra feita pela Terra. A Lua ficou completamente encoberta pela sombra da Terra no auge do eclipse. A super Lua azul de sangue com eclipse total é a combinação de quatro fenômenos: o primeiro: o eclipse em si; o segundo: quando a lua se aproxima da Terra e fica maior e mais brilhante; o terceiro: quando temos duas luas cheias no mesmo mês; o quarto: a Lua de sangue quando a sombra da Terra deixa uma tonalidade avermelhada na lua.
Descrição: Foto. ​A imagem divide-se horizontalmente. Acima, o céu totalmente arroxeado, abaixo, a montanha rosada e nevada. À​ ​direita,​ a montanha eleva-se em um pico e logo acima​,​​ ​a Lua, uma grandiosa esfera.​ Uma mancha roxa envolve a superfície superio​r ​da lua​​, esfumaça e encobre quase toda a lua em dégradée vermelho alaranjado​, ​esmaece e ​descortina o​ amarelo vibrante ​​na superfície inferior.

sábado, 27 de janeiro de 2018

Tucano arco-íris

A foto em fundo verde desfocado retrata um tucano-de-bico-arco-íris (Ramphastos sulfuratus) pousado em um fino galho seco. A ave de porte médio está voltada à esquerda. O tucano tem plumagem negra contrastada com o amarelo intenso do colo e parte do peito, a rapina tem comprimento mediana com pluminhas em vermelho na extremidade inicial , finalizando em preto. A cabeça é pequena, olho redondo e negro destacado por um verde-limão que o circunda. O bico é bem colorido e longo, parte inferior reta e a superior, côncava com a ponta bem curvada. O bico inicia em verde-limão, na divisória da abertura, uma pincelada em laranja, na ponta inferior, outra pincelada em azul turquesa e a superior, em roxo com a pontinha, em vermelho. Em dois terços na linha da abertura, há tracinhos verticais pretos que remetem a uma dentição. As garras são curtas e azuis.
A foto em fundo verde desfocado retrata um tucano-de-bico-arco-íris (Ramphastos sulfuratus) pousado em um fino galho seco. A ave de porte médio está voltada à esquerda. O tucano tem plumagem negra contrastada com o amarelo intenso do colo e parte do peito, a rapina tem comprimento mediana com pluminhas em vermelho na extremidade inicial , finalizando em preto. A cabeça é pequena, olho redondo e negro destacado por um verde-limão que o circunda. O bico é bem colorido e longo, parte inferior reta e a superior, côncava com a ponta bem curvada. O bico inicia em verde-limão, na divisória da abertura, uma pincelada em laranja, na ponta inferior, outra pincelada em azul turquesa e a superior, em roxo com a pontinha, em vermelho. Em dois terços na linha da abertura, há tracinhos verticais pretos que remetem a uma dentição. As garras são curtas e azuis.

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Baratas...

Ilustração em trio, de cima para baixo, cada uma, com texto correspondente. À esquerda, três gráficos de ecocardiogramas em fundo preto e linhas brancas e à direita, os textos. De cima para baixo: gráfico sinaliza batimentos rápidos com linhas sequenciais em forma de M, e lê-se: quando você vê uma barata; gráfico sinaliza linhas emaranhadas, e lê-se: Quando a barata voa; gráfico sinaliza uma linha reta, e lê-se: Quando a barata pousa em você.
Ilustração em trio, de cima para baixo, cada uma, com texto correspondente. À esquerda, três gráficos de ecocardiogramas em fundo preto e linhas brancas e à direita, os textos. De cima para baixo: gráfico sinaliza batimentos rápidos com linhas sequenciais em forma de M, e lê-se: quando você vê uma barata; gráfico sinaliza linhas emaranhadas, e lê-se: Quando a barata voa; gráfico sinaliza uma linha reta, e lê-se: Quando a barata pousa em você.

terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Quarto macaco

A clássica história dos “três macacos sábios” do santuário de Toshogu transmite um ensinamento simples e propõe uma reflexão que nunca sai de moda: devemos ser cuidadosos com o que dizemos, com o que ouvimos, e também com o que vemos. Este santuário fica no Japão, e a escultura que o tornou famoso com os três macacos clássicos (um tapando os olhos, outro, os ouvidos, e o último, a boca), data de 1636. Poucas imagens ultrapassaram tantas décadas e fronteiras para chegar até nós quase como um ícone. E, como sempre acontece com essas coisas, frequentemente esquecemos um pouco seu significado para combiná-lo com outras ideias ou explicações que pouco têm a ver com sua raiz original. Para os japoneses, por exemplo, refere-se a um código filosófico e de conduta que realça a necessidade de sermos prudentes: “Não veja o mal, não ouça o mal, não fale com maldade”.  Descrição: Desenho ilustrado em preto, branco e cinza de quatro macaquinhos sentados de frente, em posição de Buda, lado a lado. No topo o título: Quarto macaco. Ao centro, da esquerda para a direita: o macaco tapa os olhos, outro, os ouvidos, o outro, a boca e o último está atento olhando a tela do celular que segura com as mãos. Após o título, lê-se: Finalmente surgiu o quarto macaquinho. Ele é o resumo dos três: Não ouve, não fala e não vê ninguém.
A clássica história dos “três macacos sábios” do santuário de Toshogu transmite um ensinamento simples e propõe uma reflexão que nunca sai de moda: devemos ser cuidadosos com o que dizemos, com o que ouvimos, e também com o que vemos. Este santuário fica no Japão, e a escultura que o tornou famoso com os três macacos clássicos (um tapando os olhos, outro, os ouvidos, e o último, a boca), data de 1636. Poucas imagens ultrapassaram tantas décadas e fronteiras para chegar até nós quase como um ícone. E, como sempre acontece com essas coisas, frequentemente esquecemos um pouco seu significado para combiná-lo com outras ideias ou explicações que pouco têm a ver com sua raiz original. Para os japoneses, por exemplo, refere-se a um código filosófico e de conduta que realça a necessidade de sermos prudentes: “Não veja o mal, não ouça o mal, não fale com maldade”.
Descrição: Desenho ilustrado em preto, branco e cinza de quatro macaquinhos sentados de frente, em posição de Buda, lado a lado. No topo o título: Quarto macaco. Ao centro, da esquerda para a direita: o macaco tapa os olhos, outro, os ouvidos, o outro, a boca e o último está atento olhando a tela do celular que segura com as mãos. Após o título, lê-se: Finalmente surgiu o quarto macaquinho. Ele é o resumo dos três: Não ouve, não fala e não vê ninguém.

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

A diferença entre cantada e assédio!

Duas fotos, uma acima da outra. Superior: um homem jovem de óculos de sol, rosto anguloso, cabelo castanho com corte moderno, barba e bigode bem aparados, dirige uma Ferrari vermelha conversível; abaixo, lê-se: Cantada. Inferior: estacionado em frente a uma porta de garagem um Chevrolet antigo bege; abaixo, lê-se: Assédio.
Duas fotos, uma acima da outra. Superior: um homem jovem de óculos de sol, rosto anguloso, cabelo castanho com corte moderno, barba e bigode bem aparados, dirige uma Ferrari vermelha conversível; abaixo, lê-se: Cantada. Inferior: estacionado em frente a uma porta de garagem um Chevrolet antigo bege; abaixo, lê-se: Assédio.